Dia desses eu falava com a
Larissa Magrisso sobre a necessidade que pessoas como nós (sim, eu insisto que nos parecemos em algumas coisas) têm de levar uns paratequieto. Especialmente do nosso par.
Talvez, é possível, que eu esteja errada quanto ao fato de achar pontos em comum entre a Lari e eu, mas tenho absoluta certeza de que se o rapaz que está ao meu lado não me colocar uns limites não rola. Quer dizer, rola. Mas não vai durar muito. Quer dizer, talvez dure, mas não de um jeito legal. Porque eu me passo. Com frequência.
Dentre as pessoas que souberam me tolher com eficiência nessa vida, o Filipe é disparado o mais discreto nisso. Ele diz "deu" de forma bem firme, mas sem escândalo. E eu entendo. Hoje tive mais um exemplo.
Sexta-feira recebi um feedback pra lá de especial na FIRMA. Especial porque não é frequente e porque o conteúdo é bom pra c...
Enfim, as pessoas mais próximas (e também aquelas nas escalas 2 e 3 de aproximação) sabem que eu sou carente e desconfiada e que minha autoestima é meio ridícula. Talvez, às vezes, pareça falsa modéstia, mas não é. Garanto muito. Juro, mas juro mesmo. Porque fico BEM triste por conta dela.
E quando fico insegura, tendo a dividir isso com as pessoas mais próximas. E divido MESMO. Então, quando acontece algo que dá um UP na imagem que eu tenho de mim mesma, acho super justo dividir com quem ouviu as lamentações. O Filipe não acha.
O Filipe acha que as pessoas podem achar que eu estou me achando. Fiquei meio que meio quando ele colocou as coisas dessa forma. Mas talvez ele tenha razão.
Por isso, fica aqui o meu pedido público de desculpas para:
- Larissa
- Mirella
- Thais
- Mel
- Rita
- Paulo Germano
- Betine
- Sílvia
Foram as pessoas para quem eu contei a minha última alegria. Então, se pareceu "achismo", desfaçam (ou tentem) essa impressão. Não foi. Mas prometo tomar mais cuidado da próxima vez.
By the way, minha autossabotagem (ficou assim?) é tanta que eu já estou tentando desconstruir o discurso elogioso do chefe. Sim, é doença. Sim, tratarei em 2010.